Sinto agora a necessidade de me comunicar. Não que nunca tenha feito, me esqueço de fazer. É muito fácil aceitar, e cômodo deixar acontecer, o trabalhoso é dizer como deve ser feito, escolher, mudar, propor.
Proponho, para meu novo eu, que seja diferente, agressivo, ágil e imponente, que as pessoas o escutem, que discuta, entenda, opine e mude. Não quero mais ser a fortaleza, parada e resistente, agora sou soldado, bravo.
Vou à guerra...
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